Contra o Coronavírus (COVID-19) o melhor remédio é bom senso, informação e solidariedade

Observe o gráfico abaixo e veja como pode ser mais fácil entender

Por que temos de tomar medidas de contenção da taxa de infecção?

Porque o número de pessoas que iriam a óbito em decorrência do vírus pode ser reduzido ou mesmo nenhum, se ficarmos abaixo da linha de capacidade de atendimento. Isso pode ser a diferença entre um susto (uma lição a prender) ou um desastre.

Precisamos ficar abaixo da capacidade do nosso sistema de saúde. Apenas isso! E como? Seguindo as orientações dos órgãos de saúde e o bom senso. Veja abaixo um resumo.

O fato é que a pandemia existe, vai infectar uma grande parte da população mundial. Devemos olhar o cenário maior e não apenas fatos isolados. Alguns observam a taxa de mortalidade, tendo como referência países desenvolvidos, com um percentual de população X recursos de saúde e cultura, diferentes dos nossos. Outros observam o grupo “de risco”, os idosos e pessoas com doenças preexistentes. Outros a taxa de mortalidade de outras doenças em comparação, sem levar em conta todas as variantes. Alguns menosprezam como sendo uma “gripe”! E cada um destes é como a história dos cegos descrevendo um elefante. Cada um analisa apenas uma parte do todo, sem imaginar o conjunto.

  • Nada de pânico! Juntos somos capazes de vencer essa pandemia.
  • É sério, não é uma gripe! Responsabilidade individual é essencial.
  • Cuidado com fake News. Consulte sempre a fonte da informação e confronte com outros canais.
  • Sem beijo, sem abraço ou aperto de mão. Apesar de sermos calorosos, um sorriso pode ser igualmente afetivo.
  • Visitas aos idosos podem esperar. Idosos acima de 60 anos são os principais atingidos. Não levemos risco para eles.
  • Lave sempre as mãos e procure não tocar o rosto! Sempre! Sem comentários, não é?
  • Cubra o rosto ao tossir e espirrar. De preferência, usar lenço. Mas de modo geral, o antebraço serve.
  • Nunca, em hipótese alguma, se auto medicar. Há remédios que não são seguros e podem piorar o quadro. Apenas um médico pode receitar medicamentos.
  • Respeite o próximo. Bom senso nunca é demais. Alguém pode estar precisando mais que você. Sem correria, sem empurrão ou brigas. Respeite sempre!!!
  • Evite aglomerações. Se puder permanecer em casa, evitar locais fechados, com muitas pessoas, trabalhar remoto (home-office), melhor.
  • Seja solidário. Coloque-se no lugar do outro. Assim é possível agir com equilíbrio em momentos críticos para todos.
  • Se você ou alguém da sua família apresenta sinais de gripe ou febre: fique em casa. Observe a evolução dos sintomas e;
  • Baixe o aplicativo do Ministério da Saúde para saber quando ir ao hospital ou não.
    https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.datasus.guardioes

Para baixar o aplicativo do Ministério da Saúde, acesse um dos links abaixo:

 iOS:

https://apps.apple.com/br/app/coronav%C3%ADrus-sus/id1408008382

Android:

https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.datasus.guardioes&hl=pt_BR

Links para ver e pensar

Segundo a fonte abaixo, mostra a taxa progressiva da propagação pelo mundo. Vamos imaginar um cenário com base em uma das informações no link. Se nossa taxa de progressão fosse a cada 3 dias dobramos o número de infectados, seria o mesmo que dizer que dos 200 casos confirmados em 15/03, em 18/03 poderiam chegar a 600.

https://ourworldindata.org/coronavirus

Nesta outra fonte, há mapas atualizados diariamente da situação global. De 15/03/2020 para 16/03, em um dia, novos 15.737 casos no mundo.

https://www.pharmaceutical-technology.com/special-focus/covid-19/coronavirus-covid-19-outbreak-latest-information-news-and-updates/

 

Depende de nosso empenho e comprometimento evitar a propagação e causar o “achatamento” da curva de desenvolvimento da epidemia.

Certo dia, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos de nascença e os reuniu no pátio do palácio.

Ao mesmo tempo, mandou trazer um elefante e o colocou diante do grupo. Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando os cegos até o elefante para que o apalpassem. Um apalpava a barriga, outro a cauda, outro a orelha, outro a tromba, outro uma das pernas. Quando todos os cegos tinham apalpado o paquiderme , o príncipe ordenou que cada um explicasse aos outros como era o elefante, então, o que tinha apalpado a barriga, disse que o elefante era como uma enorme panela. O que tinha apalpado a cauda até os pelos da extremidade discordou e disse que o elefante se parecia mais com uma vassoura. “Nada disso “, interrompeu o que tinha apalpado a orelha. “Se alguma coisa se parece é com um grande leque aberto”. O que apalpara a tromba deu uma risada e interferiu: “Vocês estão por fora. O elefante tem a forma, as ondulações e a flexibilidade de uma mangueira de água…”. “Essa não”, replicou o que apalpara a perna, “ele é redondo como uma grande mangueira, mas não tem nada de ondulações nem de flexibilidade, é rígido como um poste…”. Os cegos se envolveram numa discussão sem fim, cada um querendo provar que os outros estavam errados, e que o certo era o que ele dizia. Evidentemente cada um se apoiava na sua própria experiência e não conseguia entender como os demais podiam afirmar o que afirmavam. O príncipe deixou-os falar para ver se chegavam a um acordo, mas quando percebeu que eram incapazes de aceitar que os outros podiam ter tido outras experiências, ordenou que se calassem. “O elefante é tudo isso que vocês falaram.”, explicou. “Tudo isso que cada um de vocês percebeu é só uma parte do elefante. Não devem negar o que os outros perceberam. Deveriam juntar as experiência de todos e tentar imaginar como a parte que cada um apalpou se une com as outras para formar esse todo que é o elefante.”

Algumas conclusões sobre essa história…

A experiência das coisas que cada homem pode ter é sempre limitada. Por isso, a sensatez obriga a levar em conta também as experiências dos outros para se chegar a uma síntese.

A pessoa, o ser humano, apresenta muitas facetas. Existe o risco de polarizar a atenção em algumas delas, ignorando o resto. Fazendo isso, estaríamos repetindo os cegos da parábola. Cada um ficaria com uma visão unilateral e parcial.

Para obtermos uma visão o mais integral possível do que é uma pessoa (ou situação), devemos reunir, numa unidade, os numerosos aspectos que podem ser observados no ser humano (ou do contexto de uma situação).

Fonte:
https://paralemdoagora.wordpress.com/2014/12/23/a-parabola-dos-cegos-e-o-elefante/

Fontes

https://www.saude.gov.br/

Coronavirus COVID-19 outbreak: Latest news, information and updates

https://www.bbc.com/news/world-51235105

https://pt.wikipedia.org/wiki/Conto_dos_Cegos_e_o_Elefante

A parábola dos cegos e o elefante

http://portalarquivos.saude.gov.br/campanhas/coronavirus/

https://www.gazetadopovo.com.br/republica/achatar-a-curva-grafico-coronavirus/

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