Como desenvolver a empatia no trabalho: passo a passo

Para desenvolver a empatia no trabalho, você deve implementar uma série de mudanças culturais e gerenciais na empresa.

1. Forme uma liderança empática

De nada adianta colocar a empatia nos discursos da empresa se ela não estiver presente de fato nas práticas da gestão, concorda? Por isso, um dos primeiros passos para prover essa habilidade emocional dentro do negócio é formar líderes verdadeiramente empáticos.

Mas como fazer isso?

O primeiro passo é capacitar seus gestores com base nos princípios da liderança positiva. Ela envolve a escuta ativa dos colaboradores, compreensão dos diferentes perfis profissionais e comunicação não violenta. Dessa forma, os líderes atuarão como embaixadores na promoção de uma cultura empática na organização.

2. Invista na escuta corporativa

A escuta corporativa é a principal bandeira do movimento Poder da Escuta e também um dos pilares da empatia no trabalho. Afinal, uma gestão empática é aquela que ouve o que seus colaboradores têm a dizer, valoriza suas opiniões e gera uma sensação de pertencimento nas equipes. Para isso, é fundamental que você crie canais de comunicação abertos, promova o fluxo de ideias e faça cada colaborador sentir que sua voz tem valor. Lembrando que a prática da escuta ativa exige foco nas necessidades e sentimentos das pessoas, e não apenas o ato de ouvir.

3. Ofereça flexibilidade

A flexibilidade é outro ponto essencial na cultura empática, pois está diretamente ligada à humanização no ambiente de trabalho. Na prática, significa oferecer opções para que os colaboradores consigam conciliar melhor a vida pessoal e profissional, pensando no bem-estar das pessoas.

Alguns exemplos são:
Horários flexíveis
Política de home office parcial ou integral para determinados cargos
Licenças maternidade e paternidade estendidas.

Essas e outras medidas demonstram a preocupação da empresa com a qualidade de vida do colaborador. Seguir por esse caminho é uma das maiores provas de que a empresa pratica a empatia no trabalho. Ao mesmo tempo, indica que os gestores conseguem se colocar no lugar de seus liderados.

4. Promova diálogos e troca de ideias

Quando o assunto é empatia no trabalho, a livre troca de ideias é requisito básico. Seus colaboradores precisam se sentir à vontade para compartilhar opiniões e ter conversas francas entre si. Para isso, é interessante criar espaços de convivência que encorajem a quebra de barreiras entre as áreas. Também vale utilizar tecnologias colaborativas, como redes sociais corporativas. A ideia é que ninguém tenha receio de compartilhar seus sentimentos e dar opiniões por medo do julgamento alheio.

5. Valorize o aprendizado e a inovação

A empatia no trabalho também passa por uma cultura de aprendizagem e inovação. Nesse caso, é importante entender que os erros fazem parte do processo e, a partir daí, encorajar os colaboradores a colocarem suas ideias em prática. Em um ambiente empático, ninguém será julgado porque tentou e fracassou na primeira vez. Pelo contrário: o colaborador será incentivado a corrigir erros, se aprimorar e alcançar o sucesso com feedbacks produtivos.

6. Pratique o reconhecimento

Todo colaborador quer ser reconhecido pelos seus esforços, e essa pode ser uma forma efetiva de desenvolver a empatia. Para isso, crie programas de incentivo e recompensas para quem alcançar metas. Procure também incentivar os líderes a reconhecer cada conquista de seus colaboradores. Em um ambiente de trabalho onde as pessoas se sentem valorizadas e pertencentes, a tendência é ter resultados cada vez melhores.

7. Promova a diversidade e inclusão

Uma empresa que promove a diversidade e inclusão tem muito mais chances de fortalecer a empatia em suas relações internas. Isso porque uma das bases da visão empática é reconhecer, aceitar e lidar com as diferenças do outro. Quanto mais pontos de vista, histórias, origens e opiniões diferentes conviverem no mesmo espaço, maior será o potencial para o desenvolvimento da empatia.

Fonte: https://www.poderdaescuta.com/empatia-no-trabalho-o-que-e-e-como-desenvolver/

Projeto RH GOLIN

Amanda S.C. Fernandes – Gerência RH
Luciana Germano – Conteúdo Institucional
Márcia Borlenghi – Design, revisão e curadoria conteúdo cultural

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